2 de nov. de 2009
Dia de lembramos dos entes queridos
13 de ago. de 2009
Um homem justo governa

29 de jun. de 2009
DIRETO DA FESTA DO DIVINO

8 de jun. de 2009
Estou no twitter, gente!
Mais uma imagem dessa nova Feira Hippie

Segue outra imagem que elaborei dessa nova feira que pretendo apresentar para a população. A Feira Hippie tem jeito. Precisamos cuidar dela com carinho, pois sua imagem já faz parte da história de nosso domingo. Imaginem Goiânia com uma Feira Hippie revitalizada, com mais dinamismo, facilidade de acesso, etc. É isso que tenho pensado. Vejam, queridos.
Sugestões para uma nova Feira Hippie

Meus amigos, estou com alguns projetos na cabeça. Um deles refere-se à revitalização completa da Feira Hippie. Eu sei, eu sei...vão falar que não sou o prefeito, que não posso mexer em nada. Não sou mesmo, mas bolei umas mudanças legais e estou conversando com o pessoal da feira sobre isso. E vou levar um projetinho para o prefeito Iris Rezende dar uma olhada. A feira precisa se adequar para não perder sua tradição, história e atender à necessidade de rendimentos de quem retira seu sustento de lá. Conheço a feira como a palma da minha mão. Sou da rua, não é mesmo? Então.
Uma das ideias é a seguinte: uniformizar o piso para dar acesso aos cadeirantes. Sinceramente, não dá mais para ficar escalando aquele espaço turbulento e desordenado. Outra: falta sinalização visual para que quem visita a feira saiba onde está e o que encontra lá. Dias desses, uma pessoa me falou que ficou rodando a feira em busca de DVD (a mídia) para comprar. Só achava DVD pirata, mas não a mídia. Então precisamos informar tudo, principalmente o que se encontra nessa feira - um ponto turístico de Goiânia aos domingos.
Bom, minha equipe sentou, se reuniu e desenhou no Sketchup algumas maquetes eletrônicas dessa nova feira. Tenho centenas de imagens e mapas já prontos no Sketchup e AutoCad. Vou fechar um memorial e mandar ver. Quero opiniões e sugestões de outras pessoas. A ideia é de todos, correto. Opinem sobre o que queremos com essa nova feira. Abraços e beijos, queridos.
Contra a burrocracia brasileira (e goiana)
Basta querermos fazer alguma coisa para encontrar um ou outro probleminha pela frente: a burocracia, que prefiro chamar mesmo de burrocracia. Na minha vida profissional, fui de tudo: engraxate, vigia de carro, artesão, etc. Enfim, tentei ser digno e sobreviver através do trabalho - em sua maioria exercido nas ruas de Goiânia. Tentei alçar vôo mais alto quando montei uma pequena lanchonete, mas fui logo proibido de atuar por que estaria fora dos padrões exigidos pela Prefeitura.
Tinha feito minha lanchonete de tijolos, tudo muito limpo e respeitoso com a segurança da saúde dos clientes. Mas os doutores da burocracia entenderam que eu estava ferindo normas. O fato é que tempos depois, quando minha lanchonete já não existia mais, pois fui obrigado a fechá-la, a minha lanchonete virou moda na cidade - e aceita pelo poder público. Falo da burocracia por conta da falta de sensibilidade de algumas autoridades - e não são todas, quero deixar bem claro. Esta experiência que tive na prática é repetida todos os dias nas repartições públicas. Muitos trabalhadores, cansados de lutar com as dificuldades, acabam caminhando para práticas irregulares ou para o serviço que chamam de informal. O maior exemplo é o vendedor de rua, esse mesmo que comercializa de tudo muitas vezes sem autorização.
Acredito que a administração pública não pode ser um muro ou paredão intransponível, que impossibilita os sonhos e desejos das pessoas. Entendo que é preciso regra e lei, mas consultando o Código de Posturas do Município de Goiânia, por exemplo, observo uma série de empecilhos que desmotivam as pessoas. Antes mesmo de procurarem cumprir o que pede o poder público, elas se sentem desmotivadas devido as dificuldades postas no papel. Acho que é mais fácil aproximar a regra da realidade do que sair por aí aplicando a lei de forma desproporcional. Estes fatos se repetem todos os dias.
Aprendi um princípio que deve sempre ser seguido: o da razoabilidade. Ele diz que é preciso ser razoável em nossas avaliações e cobranças. Ser razoável é não impedir, por exemplo, que um show aconteça só por conta de uma pendenga ambiental. Pode até multar, mas impedir algo programado durante muito tempo é absolutamente burocrático.
Ser razoável é aplicar a lei da mesma forma para todos, mas sabemos que aqueles mais influentes conseguem suas demandas. Outros não têm a mesma sorte e ficam indo e voltando para tentar empreender suas ações. Por isso mesmo chegam pedidos e mais pedidos em nosso gabinete, que procura atender a todos, mas estamos cientes de que a função da administração pública é tratar qualquer cidadão da mesma forma: o rico e o pobre, o branco e negro, o goiano e o mineiro, o jovem e o velho. Atualmente tenho tentado resolver (ou ajudar) inúmeras demandas, em sua maioria justas e muitas vezes absurdas. Questões como a falta de documentos, recursos iniciais para pagar taxas, quantidade exorbitante de procedimentos, tributos sem necessidade e exigências desnecessárias impedem o espírito empreendedor. Uma pesquisa realizada em 2007 pela GEM, órgão que mede o grau de empreendedorismo no mundo, afirma que impostos e burocracia impedem (26,7%) lideram as reclamações de pessoas que atuam na área da livre iniciativa do Brasil. E isso prejudica a geração de rendas e empregos.
Respeito o funcionário público e suas obrigações, mas entendo que a boa vontade pode ser a primeira ação para fazer com que a expressão 'burrocrata' desapareça de nossa sociedade. Quem sabe mudando nossas atitudes, em vez de impedir sonhos e acessos, possamos realizar desejos e fazer parte da vitória dos outros.
10 de mai. de 2009
Feliz Dia das Mães!!!!
É Dia das Mães. Quero agradecer todas mulheres que colocaram seus filhos neste mundo, tendo oferecido para eles carinho e educação. Sempre afirmo que fui filho de mãe pobre, mas jamais filho de um lar sem amor. Tive tudo o precisava: um quente abraço e beijo de mãe nestes dias que fazem parte dos meus 50 anos.
Quero lembrar aqui de minha querida mãezinha, como um ser fraterno e único. Dona Ana, a senhora é grande. Representa todas as mães deste país: mães lutadoras, mães que sofrem caladas, mães que vivem com o salário mínimo, mães que sofrem a dor da perda, mães que estão acompanhando os filhos nos hospitais. Enfim, ser mãe deve ser algo maravilhoso. Por isso acho que um dia é pouco para celebrá-la. Precisamos de um dia por mês, no mínimo. Nesta foto, feita na sexta-feira pelo amigo Goiano Sidney, mostra como ela é hoje. E dona Ana, com toda certeza, é do mesmo jeito quando seus cabelos ainda eram pretinhos. O amor não muda com o tempo.
11 de abr. de 2009
FELIZ PÁSCOA AOS AMIGOS
É sempre importante lembrar Dele, que morreu por nós combatendo as injustiças de sua época. Contra os tiranos de Roma, Ele ofereceu o amor.
Jesus, acima de tudo, teve uma postura política ao questionar poderosos e mostrar o caminho da justeza. Nesta data, em que lembramos de seu renascimento, peço que todos recordem também de sua postura ética.
Tempo de meditar, de buscar, de agradecer, de plantar a paz. Eis o tempo da páscoa.
Abraços
7 de abr. de 2009
Consciência Negra
Hora de resgatar o Mutirama
17 de mar. de 2009
Projeto para o ministro
Aniversário de nosso presidente
Abraço de uma campeã
Um abraço na minha amiga Inês
27 de fev. de 2009
Foto da tribuna
20 de fev. de 2009
É carnaval!!!!!!!!!!!
Quero convidar os amigos para comemorar o carnaval a partir deste sábado, 21, com carreata e muita animação. Conforme meus amigos sabem, tenho um empolgado espírito carnavalesco, inclusive com passagens como inventor de fantasias e bonecos para algumas escolas.
Já participei ativamente de diversas escolas de samba da Capital. Acho que a cidade tem que marcar presença na festa popular, apesar de parcela dos moradores optar pelo turismo ecológico. Só acho que quem fica na cidade tem que festejar sem preconceitos - ou ao menos saber que quem fica também tem direito de curtir essa festa brasileira.
O carnaval é uma festa ancestral e popular. Então vamos combinar...Vou sair do Finsocial e seguir pelo Centro e demais setores. O encontro base será na Feira da Lua, lá pelas 18h.
Quero só lembrar que apresentei nesta semana projetos de lei e requerimentos. Dentre eles, a proposta de banheiro público, a sinalização eletrônica e sonora para facilitar a mobilidade de surdos e cegos e o projeto de recuperação de rios e lagos da Capital. Vamos mudar essa cidade, tornando Goiânia mais cidadã.
19 de fev. de 2009
Dia de trabalho
18 de fev. de 2009
Emoção na primeira manifestação
16 de fev. de 2009
Amanhã é o dia D
Amanhã começam as sessões. Quero chegar pronto para dar todas minhas energias para os embates legislativos da Câmara. Durante o dia, nesta segunda-feira, estudei os projetos e requerimentos que pretendo apresentar.
Quero dedicar este mandato para tornar a cidade menos autoritária e mais democrática para os excluídos e minorias. O sensor eletrônico e sonoro vai permitir que pessoas idosas, cegos e surdos possam se orientar dentro da cidade. Estes mecanismos já existem em diversas cidades do mundo. A cidade de Goiânia tem recursos para isso. Basta querer.
O projeto de lei para recuperação dos rios e despoluição será a tentativa definitiva de fazer com que o Poder Executivo Municipal implante ações práticas para diminuir os impactos ambientais nos rios, córregos e lagos da capital. É preciso que um projeto reúna ações e concentre políticas públicas. Tenho feito visitas a córregos e rios, como o Capim Puba, para preparar um inventário sobre a balneabilidade (sanidade para banhos) dos mesmos. Quero que um dia seja possível voltar a beber a água destes mananciais. Queridos, quero que desejem sorte par mim: tomara que tudo corra bem.
20 de jan. de 2009
Fiz meu manifesto por Obama
Durante o manifesto, tomado pelo orgulho da minha raça, percorri a região central na Brasília Amarela entoando as músicas de John Lennon e Bob Marley. Uma delas em específico: 'War'. Nesta canção, Bob Marley fala do apartheid que vivenciamos todos os dias: "Enquanto valorizarmos menos a cor da pele do que a cor dos olhos, estaremos em guerra". Resolvi fazer o manifesto a partir de uma frase que me inspirei na música do Bob Marley: "Enquanto existir preconceito, haverá guerra". Se pararmos para pensar, este é o problema da violência, da guerra entre Israel e Palestina e vários outros conflitos pelo mundo. Quero agradecer o carinho de todos que participaram do manifesto. Foi muito bom e proveitoso conversar com a população. O mais especial de tudo foi veicular canções de John Lennon sobre a paz (caso de 'Imagine' e 'War is Over'). E mais: arrepiei quando coloquei para rodar o discurso famosíssimo do Martin Luther King. O clássico 'I have a dream'. Eu tive um sonho...tive vários sonhos de liberdade e igualdade para todos. Vamos torcer por Obama, amigos.
12 de jan. de 2009
Paz na pracinha das mães
Na quinta-feira passada estive junto aos amigos para realizar uma manifestação pela paz. Exatamente o tema de uma das minhas últimas postagens no blog. Nos reunimos para manifestar pela paz numa praça lá da Alameda das Rosas. Chamamos a pracinha Paulo Brito de 'Pracinha das Mães'. É que era de dar dó a quantidade de mães ali lamentando a morte de seus filhos. Deu um frio na barriga ver a situação, conversar com elas e depois discursar. É que tenho filhos também. Como elas, faço minhas preces para que nada aconteça com eles.
O movimento elaborado pela ONG Justiça Já reunia as mães de tanta gente que nos deixou de forma trágica: a mãe do Paulo Brito (vice-prefeito de Anicuns) e a mãe do Pedro Henrique (o bacharel em Direito morto após abordagem da polícia em setemebro de 2008) estavam lá. Desde já um abraço no coração de dona Vilma, nos familiares do casal Ximenes, em Télvia Loyola, dona Madalena, no promotor Fernando Krens e em vários outros presentes. Foi bom sentir que todos estavam ali para pensar numa sociedade mais positiva e humana.
Acho absurdo estarmos discutindo violência, pois o certo era falarmos cada vez mais de paz. Mas a cidade tem enfrentado cada situação... Que coisa! Gente inocente morrendo todos os dias, bandidos abusando da crueldade, a polícia nem sempre agindo da forma que queremos... No final de semana, um jovem (formando de Farmácia) foi morto na frente de uma boate. Um verdadeiro absurdo pelo que li nos jornais da cidade.
Quero aqui reiterar o que disse na quinta-feira: meu gabinete está aberto para as mães e qualquer pessoa que tenha sofrido violência. Vou sempre estar na linha de frente para pedir paz e agir por isso. Só que a questão da violência é complexa demais. Não se resolve com lei nem canetada de prefeito ou governador. Violência se resolve com educação, conscientização, boa família e força de vontade do próprio ser humano.
Disse para todos presentes que eu poderia ser o assassino dos filhos daquelas mães desamparadas. Muitos bandidos não tiveram família. Graças a Deus tive uma mãe presente. Peço que as mães não larguem seus filhos. Não fosse minha mãe e a índole familiar, hoje poderia ser um criminoso. E sou um cidadão pacífico e defensor da vida em paz.
Vamos, então, queridos, criar bem nossos filhos, dar mais oportunidade e realizar campanhas para que a Justiça seja mais efetiva. É um absurdo o que acontece: tem gente que mata e só vai preso 10, 15 anos depois do crime. É hora de combater a impunidade e a injustiça social. Desde já aceito o convite para a próxima manifestação.
7 de jan. de 2009
Amigos da imprensa
Martin Luther King e os garis
"Estou encantado em ver cada um de vocês aqui esta noite, apesar de uma enorme tempestade de advertência. Vocês revelam que estão determinados a vir aqui de qualquer modo. Algo está acontecendo em Memphis, algo está acontecendo em nosso mundo".
Acho que todos sabem da importância dessa mente brilhante para o movimento negro e política americana (e mundial) em geral. Ele tem discursos e frases maravilhosas. Essa aqui mostra a vontade das pessoas para a mudança, faça chuva faça sol. Na década de 1960, Martin Luther King foi um mediador entre radicais e moderados. E mais do que isso: estava a serviço de uma sociedade para todas as cores. Integrou diversos movimentos sociais e progressistas. Ou seja: lutava contra a miséria, a guerra do Vietnam e, claro, o preconceito racial. Foi um homem bom.
No dia 4 de abril de 1968, Luther King estava na sacada de um Hotel em Memphis e foi alvejado e morto a tiros por um racista. Sabe o que ele estava fazendo? Manifestava sua solidariedade para uma greve de garis de sua cidade. Na verdade, dizem que nem chegava a ser uma greve ou algo que prejudicasse a cidade, mas uma paralisação para os trabalhadores efetivarem o sindicato da categoria. Ali mesmo mataram Luther King.
6 de jan. de 2009
Eu quero uma Goiânia em paz!
Os mesmos amigos sabem também que fico triste quando chegam notícias de algum conhecido que virou mais uma vítima da violência. Fico triste quando leio o jornal e vejo que conhecia um amigo que se foi por ações absurdas da irresponsabilidade humana. Porque, meus queridos, vou ser sincero: só mesmo alguém com muita irresponsabilidade para tirar a vida de outro.
Isso tudo me corta por dentro, pois acho absurdo alguém ser violentado quando está indo para casa, quando vai caminhando com a família, quando está jogando seu futebolzinho na rua ou na praça...Vejam se vocês, meus amigos, não concordam comigo: em Goiás, o número de usuários de drogas detidos, em 2008, aumentou 76,13%. Foram 553 pessoas apreendidas contra 132 do ano passado. E a maconha nem mais é a vedete das ruas. A cocaína é que manda agora. Entenderam? A droga agora é bem mais pesada...
Bem, e as mortes? Falei das drogas primeiro por um só motivo: parte dos homicídios estão ligados ao uso e tráfico. Infelizmente, o usuário sofre duas vezes: pois não deixa de ser uma pessoa que precisa de cuidados médicos e nem sempre encontra.
Pois bem, queridos, em 2008, a Delegacia Estadual de Homicídios (DEH) contabilizou 443 homicídios em Goiânia. Repito: Goiânia. Isso significa, segundo a imprensa, um aumento de 40,6% de crimes em relação ao mesmo período de 2007, que teve 315 homicídios. É muito mais do que uma pessoa morta por dia. Gente do céu! É hora de darmos um basta em tanta violência. Quem quiser, que deixe aqui sua mensagem de indignação!!! Não vamos mais tolerar a onda de violência. Queremos paz, como deseja Mahtma Gandhi!
Ah...pedi para meus amigos encontrarem frases sobre a paz. E veja o que temos para pensar um pouco:
"O segredo para viver em paz com todos consiste na arte de compreender cada um segundo a sua individualidade"
(Federico Luis Jahn)
"Não existe um caminho para a paz; a paz é o caminho"
(Mahatma Gandhi)
"Estamos todos num mesmo barco, em mar tempestuoso, e devemos uns aos outros uma terrível lealdade"
(G.K.Chesterton)
"A humanidade não pode libertar-se da violência senão por meio da não-violência"
(Mahatma Gandhi)
"O mundo não está ameaçado pelas más pessoas, mas sim por aqueles que permitem a maldade"
(Albert Einstein)
"A paz vem de dentro de ti próprio, não a procures à tua volta"
(Buda)
"A cultura ajuda um povo a lutar com as palavras, em vez de o fazer com as armas"
(Glugiermo Ferrero)
"Aquilo que se obtém com violência só se pode conservar pela violência"
(Mahatma Gandhi)
"Aqueles que tornam impossível uma revolução pacífica tornam inevitável uma revolução violenta"
(J. F. Kennedy)
"Sei que a paz é mais difícil que a guerra"
(Juscelino Kubitschek)
Já cobramos do Kleber Adorno
É gente de gabarito. Dei atenção especial para o Kleber Adorno, que novamente chefiará a Secretaria de Cultura. Acho importante ter alguém experiente nesse cargo e gostaria de elogiar o trabalho do atual secretário. Mas quero dizer uma coisa franca: falta cultura na periferia. Falei para o Kleber dar um jeito nisso, caso contrário vamos fazer um movimento nos bairros. Os ricos (e pobres que podem se deslocar de carro na noite) já têm balé, orquestra e muitos outros eventos para participar. Mas a periferia tem sentido a falta de ações mais pontuais. E o Jardim Novo Mundo? E a Vila São José? E a Vila Mutirão?
Quero fazer a sugestão para o secretário fazer algo nas regiões mais periféricas da cidade. Pode ser até mesmo nos eventos do prefeito. Acho que podemos realizar festivais, encontrar talentos e regionalizar a prestação de cultura. Aliás, um dos meus projetos é trabalhar a educação cultural do povo. Muita gente da periferia não conhece um violino, uma obra de arte, não entende a importância disso. Tenho na minha formação a criatividade dos artistas e sofri muito na periferia. Muitas pessoas não entendiam essa vocação, essa forma espontânea. Gosto de criar, imitar, interpretar e sei bem o que é o olhar do povo. Ele gosta, mas tem medo e não acredita que pode fazer arte e cultura. Hoje, a juventude tem vergonha de se vestir de palhaço, de brincar num circo. Eu tenho orgulho da minha veia artística. E graças a Deus quero mostrar para muita gente na periferia que a arte é pressuposto para a civilização. Então, queridos, acreditem: vamos cobrar do Kleber Adorno ações para a periferia. O cara que é rico já tem cultura em locais caros e particulares. Ele pode ir no Pub Bolshoi, no Centro de Convenções...Mas e a população carente? Ela não pode ver de perto um violino, um fagote ou a apresentação de balé? Então, mais rock, música clássica, rap, balé e teatro para nossos bairros.
Tô trabalhando
Por enquanto, meu nome é trabalho, viu...É trocadilho com o termo Jobs, que inglês significa exatamente 'trabalho'. Diga-se, de passagem, meus queridos, estou em busca de gente capacitada para trabalhar comigo. Sei que a remuneração não é das melhores, mas tenho procurado um bom chefe de gabinete, alguém que tenha conhecimento do regimento da casa e que saiba a legislação municipal de cor e salteado para ajudar na realização do Mandato Feliz para Todos. Qualquer indicação, procurem meu gabinete. Como todos podem ver, procuro gente capacitadae competente. Falei em entrevista para diversos órgãos de imprensa que formaria uma equipe de profissionais. Quem duvidar que procure a entrevista que dei para o jornal O Globo, O Popular e Diário da Manhã. Não estou pagando dívidas de campanha, mas em busca do melhor para o município.
Outra novidade é que aceitei o desafio de presidir a Comissão de Trabalho e Serviço Público da casa. Olha, qualquer idéia ou proposta pode ser encaminhada aqui, no gabinete, no meu e-mail ou no celular. Esta comissão é importantíssima, pois debate aspectos referentes ao trabalho, ensino profissionalizante, emprego, relação patronal. E nas pesquisas de opinião para as últimas eleições, o trabalho apareceu na frente de segurança. É um tema que deve ser bem discutido. E temos já em andamento propostas para ajudar a cidade.



